sábado, 9 de janeiro de 2010

bem aqui



Eu não sei o que fazer já que a música que ouvia para passar amarguras não faz efeito. Aliás, faz efeito contrário. Fico lembrando da tela azul e tal...
Os dias ocupados com tudo muito desagradável estão me deixando pra baixo, mas mantendo os pensamentos também ocupados, a maior parte do tempo no que é bom e e faz falta.

É um tanto bom de coisas que preciso decidir, mas sabe aquela vontade primordial necessária de fazer alguma coisa? Não vem, estou com medo. É isso.
E há pouco tinha tudo resolvido, principalmente a vontade de sumir daqui.

Continuo com todos os receios deixados no diário da última vez em que escrevi.

Os dias, de maneira incrível estão cinza profundo, feios. A chuva que vem não me agrada como as demais.
O futuro meio frustrante que se mostra não está me apavorando, vou ficando então acomodada. O medo maior que costumo citar. Uma frouxa, né?

Algumas pessoas que nem imaginam a dor que está em meu coração invadem o meu espaço, me irritando bastante.
A mãe diz que preciso pedir por atenção, como se não me conhecesse.
O fim do mês chega sem a expectativa dos anos anteriores.
Tudo acontece ao mesmo tempo e eu perco a vontade de fazer coisas simples, como comer e tomar banho. Como decidir as coisas da formatura que antes me empolgavam: "ah, tata, resolve você..."
A roupa de cama foi trocada em partes para preservar o cheiro e não por preguiça.
Enfim...

"Tu te tornas eternamente responsável pelo que cativas".

Um comentário:

  1. Lala, peço desculpas. Desculpas por muita coisa que fez minha dor virar indiferença com você.
    Mas te amo e queria tanto tanto poder simplificar tudo.
    Percebi que não tenho seu telefone, isso é mal.
    penso em você

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