A nuvem negra chegou e parou. Uma luz tênue no fim me anima para uma possibilidade de emprego.
Agora... o concurso. Não quero mais.
Talvez as decisões tenham sido precipitadas e não se mereça tanto empenho.
Já que eu também não mereço, não é mesmo?
Fica todo mundo na mediocridade então, na imaturidade. Volta-se à bebedeira e às danças em balcão.
E a decepção é tão grande que desanima para um futuro unido. Desanima mesmo. Não levo fé...
Me sinto desrespeitada, enganada.
E o dia 30 vai ser o pior dos 23 anos. Definitivamente.
Hoje eu odeio e por alguns dias mais... que venha depois a indiferença então.
Foi sufocando a plantinha aos poucos, até que murchou.
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