terça-feira, 24 de novembro de 2009

vadiagem malemolente

Estou leve desde o meio-dia de ontem.
Dá pra ver no meu rosto, apesar de ainda existir um certo peso. E ontem ele me disse que estava "marota".


Falei com a mamma e foram boas as novas, fora a transmissão de pensamento e o culminar do meu ser em poder revelar à ela que eu descobri, enfim, o que vem a ser a esperança de óculos!
Sim, Jenna, eu descobri! Você não imagina o tamanho do sorriso besta que plantou-se no meu rosto e de lá só saiu quando hoje, às duas da manhã contei pra ela do que se tratava.

Sinto uma falta absurda de um abraço... e agora que tá no fim, tava querendo mesmo é voltar a ser criança.
E queria que ele me visse. O avô morto.

Contudo, hoje ainda posso cumprir a promessa feita à mim mesma e vadiar... bem de leve, em casa... só esperando o fim de fato.

Sentir a perda do contato dói. A conversa curta e objetiva dói.
Nem ligaria de acordá-la pra jogar conversa fora... como tantas vezes.

É... a vida é o cão de saia. Definitivamente.
Quero ver um filme!

Um comentário: